
sábado, 1 de agosto de 2009
You Can Stand It, Anyways

sexta-feira, 31 de julho de 2009
The Lightsucker's Path

sexta-feira, 24 de julho de 2009
Diga-me o que achas, e eu te direi quem és

Muito acima do peso, foi pro bar, pediu uma porção, bebeu sozinha.
No fim da noite chamou a garota da mesa vizinha, perguntou se um dos dois rapazes que estavam com ela não queria companhia. Esperou a resposta pra sempre naquela triste agonia. Ninguém reparou, porque, apesar do tamanho, parecia que ninguém a via.
Cópia patética de alguma música do Chico? Muito pior, não é mentira.
Eu vivi essa trágica situação ontem. Consegui transformar uma pessoa num ser invisível. A italiana, como ela se apresentara enquanto eu não estava. Chegou até a mesa e disse isso, se um de nós não se interessava por uma italiana. Como a nossa auto-imagem é ardilosa. De vários predicados, ela nos sustenta com aqueles que nos mantém vivos. Mas ao mesmo tempo em que exalta os bons, denúncia dolorosamente os maus. Quando ela disse sua suposta nacionalidade, vendeu pra gente a imagem de Monica Bellucci, só que sabia que estávamos comprando um Materazzi. Sabia mesmo. Por isso só pode se resumir como italiana, nada mais, nada menos. O fato é que torcia para que a nossa concepção da palavra fosse melhor que a concepção que tínhamos dela. A palavra ia vender o corpo. Infelizmente, uma imagem realmente vale mais que mil palavras.
Acho que fomos os únicos ali, além dos garçons, que se deram conta de que ela estava lá. A italiana invisível veio me mostrar como sou cego. Pois, só no fim daquela noite, percebi que ela estava o tempo todo lá. Senti que estava naqueles filmes em que uma cena explica toda a história feito um quebra-cabeça, ela era a peça que faltava. A peça que poderia ter ficado perdida para sempre embaixo do sofá.
Eu nem sequer vi essa mulher pessoalmente, mas construí toda essa imagem dela. Vocês não sabem nada sobre ela, assim como eu. Mas vejo que ela lá de sua mesa chegou até a mim como um espelho. Não gostei do que vi.
sexta-feira, 28 de março de 2008
50 Anos de Solidão
"Vai minha tristeza,
E diz a ela que sem ela não pode ser..."
Chega de Saudade, 50 anos
quarta-feira, 19 de março de 2008
Mudou Meu Dia (Vol.2)
SBT tira do ar os programas "Fantasia" e "Charme" terça-feira, 18 de março de 2008
Um Crime sem Vítima: Memória das Putas Felizes de NY
O caso do Governador de NY, Eliot Spitzer, que renunciou ao mandato após o escândalo sexual que envolveu traição, prostitutas de luxo e possível uso indevido do dinheiro público traz à tona não só a falta de caráter do político, mas também expõe a face envergonhada de um pudismo americano: uma sociedade onde pevertidos e sociopatas se protegem sob a máscara do "american way of life".
segunda-feira, 17 de março de 2008
Mudou Meu Dia (vol.1)
segunda-feira, 10 de março de 2008
A Palhaçada do Teatro Trágico
Fiquei na dúvida em como começar o texto sobre este tal "Teatro Mágico".Não sabia se comentava primeiro o figurino pobre, as performances vergonhosas, a máscara de palhaço que os integrantes da banda usam enquanto cantam ou as bailarinas/atrizes-amadoras que ficam pulando no meio do palco.
Porém, fazendo uso de um trocadilho à lá Teatro Mágico, vou começar pelo começo: suas letras.
Devido à quantidade numerosa de besteirol, vou enumerar as bizarrices do bando em três categorias.
1) Trocadilhos Infames: "Quando Ana entra n'água/O sorriso do mar drugada" "Ana e o Mar, Mar e Ana"; "Com água e farinha eu colo figurinha"; "E a cédula tronco é a cédula mãe solteira"; " Boneca de pano, de pena, chora.. pano"; "Quando for fazer compras no Gadefour"
2) Baboseira Sentimental Totalmente Sem-Noção: "Onde já se viu o mar apaixonado por uma menina?/ Por que é que o mar não se apaixona por uma lagoa?";"Sonho é uma coisa que fica dentro do meu travesseiro";"Velhinhos são crianças nascidas faz tempo!"; "Meninas são bruxas e fadas"; "Choro café e você chora leite"; "Pigilógico, tauba, cera lítica, sucritcho, graxite, vrido, zaluzejo:
eu sou uma pessoa muito divertida";
3)Pieguices Clássicas: "Sol e vento, dia de casamento/Vento e sol, luz apagada no farol/Sol e chuva, casamento de viúva/Chuva e sol, casamento de espanhol"; "Escola é onde a gente aprende palavrão"; "Como arroz e feijão,
é feita de grão em grão nossa felicidade";
Um sentimento resume bem a sensação de estar diante da banda paulista que acaba de cair nas graças da platéia cult: vergonha alheia.É embaraçoso ver um monte de "atores" mal vestidos tentando interpretar palhaços que cantam.
Quando está brincando com seus amiguinhos do grupinho amador de teatro, você não se maqueia, pega o terninho do vovô e uma revistinha de cifras de violão e saí por aí assustando todo mundo. Dá medo. É chato. Irrita.
Como pode uma banda com uma música de qualidade tão baixa ser considerada inteligente? A resposta, claro, está sentada na platéia com um sorriso amarelo, um nariz de palhaço e absolutamente nada no cérebro.
Teatro Mágico, revelação da música brasileira de 2008. Benza Deus!
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Um Lugar-Comum Chamado Drummond
"O amor tem raízes fundas,feitas de sofrimento e de beleza. Por aquelas mergulha no infinito,e estas suplanta a natureza".
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
sábado, 27 de outubro de 2007
O Bonde do IG: A Vergonha da Mídia Vermelha
Esquerdopatas contemporâneos têm em comum, além do hábito de comprar votos dos pobres, uma aversão a veículos de comunicação independentes. Principalmente os de grande audiência.
ou Paulo Henrique Amorim, que recebe do Portal IG cerca de 80 mil reais para manter seu site, "Conversa Afiada", também interpretariam muito o bem o papel de apresentador do BCB.
Porém, o grande nome entre os blogueiros do IG é o chefe da quadrilha. Sim, amigos, José Dirceu, o Mafioso, também mantém um blog no portal. Alías, o chefão possui mais do que isso. O endereço eletrônico, http://blogdodirceu.blig.ig.com.br/, é um verdadeiro portal da figura que sintetiza toda a corrupção que foi, e continua a ser, o mandato de Lula. Dirceu foi apontado como chefe do esquema do mensalão, teve seu mandato como deputado cassado e foi demitido da Casa Civil. Mas ao que tudo indica, ainda tem fôlego para mais. Em recente entrevista ao programa "Provocações", da Tv Cultura, o mafioso Zé dispara: "Se eu tivesse renunciado o mandato no auge da crise de 2005, com certeza teria sido eleito novamente nas eleições de 2006". E cá entre nós, se Zé Dirceu tem certeza disso, eu não duvidaria, posto que de táticas para eleger qualquer anta ele entende.terça-feira, 23 de outubro de 2007
As faces do Pecado
Renan Calheiros desejou a luxúria. Mônica Veloso escolheu a cobiça. Luciano Huck ostentou sua soberba.O político alcançou o lugar mais alto do senado. Conseguiu respeito. Era um homem temido. Casado, desonesto e manipulador, ainda restava-lhe um desejo a qual não havia provado: o poder da conquista.
A jornalista tinha algum sucesso em sua carreira. Apresentou um telejornal brasiliense, em uma afiliada à Rede Globo. Mas lhe faltava algo: notoriedade.
O apresentador tem uma vida bem sucedida. Líder de audiência na maior emissora do país. Casado com uma mulher igualmente reconhecida. Sobravam-lhe poder e notoriedade.
Mas ele queria mais. Faltava-lhe o respeito alheio, despertar em todos um sentimento: inveja.
Eles conseguiram o que queriam. Mas pagaram o seu preço.
Esse mensalão promíscuo que recebia era fruto de uma relação da jornalista com o ex-presidente do senado, Renan Calheiros. Relação esta que, além de originar uma filha fora de seu casamento, detonou a imagem do político alagoano.

domingo, 14 de outubro de 2007
Entre Capitão Nascimento, Foucault e Che Guevara

Os outros dois batalhões irritam um pouco mais. E é aqui que a lógica de Capitão Nascimento entra em cena.
Ao mesmo tempo que reclamam da "opressão" do poder - governo, polícia e demais instituições públicas- esses liberais também querem usufruir de uma sociedade segura, livre da criminalidade, enquanto acendem as duas pontas do problema.
Em relação ao primeiro grupo citado, os "esquerdopatas", seria historicamente mais fiel apontar Karl Marx como garoto-propaganda de suas extravagâncias intelectuais. Porém, a realidade da esquerda brasileira se espelha mais em Che do que Marx. Essa tribo vermelha se mostra preconceituosa, totalitária e apresenta um total desprezo pelas liberdades individuais. O vermelho desses medíocres não é de raiva ao sistema, mas sim, às opiniões diferente de seus mundinhos socialistas fakes. quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Che Guevara, a Saga de um Porco
Che Guevara nasceu na Argentina. Ajudou a humilhação-política-viva Fidel Castro a implantar uma ditadura em Cuba, e foi morrer encurralado, fraco e covarde na Bolívia, há 40 anos. Alguém com esse currículo não pode ser considerado um mito.
Ufanismo roto à parte, fica amigo de Raúl Castro durante uma passagem pelo México. Raúl, um homem de visão, reconhece em Che, características semelhantes de seu irmão mais velho. Entra na história o caquético, o arquétipo do atraso político, a vergonha do comunismo de farda verde-musgo: Fidel Castro.
Em 59, Fidel e Che recebem apoio financeiro e armamentistas dos carniceiros soviéticos e derrubam do poder o presidente de Cuba, Fulgencio Batista. Passados 49 anos no comando, o verme Fidel Castro segue à risca a cartilha do Porco para se manter ditatorialmente no poder: totalitarismo em primeiro lugar, implementação da burrice e alienação política de sua população.
Resultado glorioso. Cuba é hoje uma ilha da ignorância. Uma espinha geopolítica cheia de pus. Uma população que escapa das garras de Fidel na primeira oportunidade que aparece. Os menos sortudos, que permanecem na ilha, sofrem um racionamento de água, luz, energia e alimentos, além de terem arrancados vários direitos civis libertários. E esse, companheiros, foi o sucesso de Che Guevara, sua obra-prima porcalhona, que espalha, até hoje, sangue e pobreza por onde passou. Fidel, nos dias atuais, anda mal. Em estado de saúde tão agonizante quanto seu país. Porém, seu substituto já fora escolhido: o caçulinha Raul Castro.
A fabricação de um mito
Após mais um fracasso em sua biografia, durante uma investida falida pela África, no Congo, o Porco retorna com o desejo de unificar os países da América Latina (pasmem, se tudo desse certo, pelos planos de Che, nosso presidente seria Fidel Castro).

